Blog Capital Social http://www.capitalsocial.cnt.br Sat, 20 Dec 2014 12:06:07 +0000 pt-br Os aspectos legais das férias coletivas http://www.capitalsocial.cnt.br/index.php/pagina-blog/item/292-aspectos-legais-das-ferias-coletivas http://www.capitalsocial.cnt.br/index.php/pagina-blog/item/292-aspectos-legais-das-ferias-coletivas Os aspectos legais das férias coletivas

As férias coletivas de trabalho correspondem a um período de descanso anual, o qual é cedido, de forma simultânea, a todos os empregados de uma empresa ou aos trabalhadores de certo departamento, mesmo que não tenha sido completado o período aquisitivo do direito. Assim, essa ocasião passou a ser um recurso importante para a gestão das organizações, que podem aproveitar os momentos de queda nas vendas, ou então quando a produção precisa fazer uma pequena suspensão na atividade laboral.
O empregador é quem vai determinar, portanto, se as férias coletivas acontecerão ou não, de forma que elas estejam incluídas decisivamente no planejamento estratégico da empresa. Ocorre que a Consolidação das Leis do Trabalho (CLT) traz regras precisas acerca da concessão de férias coletivas aos trabalhadores, de sorte que o patrão deve respeitá-las, a fim de que sejam permitidas e bem aplicadas pela empresa. Você sabe os aspectos legais das férias coletivas?

O período de gozo das férias coletivas

Conforme a legislação trabalhista, os empregados têm direito a 30 dias de férias, após concluir o período aquisitivo de 12 meses. A temporada de descanso pode ser dada em dois períodos, de forma que cada um deles não possa ser inferior a dez dias corridos. No episódio das férias coletivas, estas podem ser gozadas normalmente em dois períodos anuais também, contando com a mesma regra de mínimo de dez dias corridos, valendo para todos os empregados de uma empresa, ou de determinados estabelecimentos ou setores da empresa, à luz do art. 139 da CLT. As férias coletivas repartidas em quadras inferiores a dez dias corridos ou divididas em três períodos anuais são, portanto, inválidas. Mas não existe impedimento para que as férias sejam concedidas, em parte, coletivas, e o saldo tenha uma administração individual no decorrer do ano, desde que quitado de uma vez.

A obrigatoriedade de avisos

Consta ainda que, para assegurar sua regularidade, o empregador deverá comunicar ao órgão local do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE), com antecedência de quinze dias, quais são as condições das férias coletivas — ou seja, as datas em que elas começam e terminam, tanto quanto os estabelecimentos ou setores que elas compreenderão. Ainda nesses mesmos quinze dias, os sindicatos representativos da categoria profissional que vai receber as férias coletivas devem ser avisados pelo empregador, que vai lhe enviar a cópia da comunicação feita ao MTE. Os empregados envolvidos nas férias coletivas também deverão ser cientificados por meio de avisos afixados nos locais de trabalho.

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Os valores devidos nas férias coletivas

Os trabalhadores não podem renunciar às férias coletivas, visto que a escolha é uma atribuição do patrão, mas este deverá ter o capital necessário para pagar a remuneração devida, somada do terço constitucional, já na data da concessão.

Os cuidados com as situações especiais

Vale dizer que estas regras gerais cedem em certas situações específicas. Para os empregados que sejam menores de 18 anos e maiores de 50 anos de idade, as férias devem ser concedidas sem divisão, ou seja, elas devem ter o gozo integral em 30 dias corridos. Os trabalhadores que ainda não tenham completado o período aquisitivo de 12 meses terão férias proporcionais na ocasião da concessão das férias coletivas, começando um novo ciclo de aquisição a partir daí.

O empregador que descumprir as regras da CLT no que se refere às férias coletivas poderá sofrer sanções administrativas e até, diante do arrepio da lei, vir a pagar o dobro das férias aos empregados, somando-se ainda o terço constitucional. É fundamental cumprir todo o plano de avisos ao MTE e aos sindicatos, a fim de que as férias coletivas sejam consideradas nulas.

Você sabia de todos esses fatores relacionados às férias coletivas?

 

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regina@capitalsocial.cnt.br (Regina Fernandes de Miranda Oliveira) Blog Capital Social Tue, 16 Dec 2014 00:00:00 +0000
Como e por que fazer a elaboração do balanço patrimonial nesse fim de ano http://www.capitalsocial.cnt.br/index.php/pagina-blog/item/291-como-fazer-o-balanco-patrimonial http://www.capitalsocial.cnt.br/index.php/pagina-blog/item/291-como-fazer-o-balanco-patrimonial Como e por que fazer a elaboração do balanço patrimonial nesse fim de ano

Equilíbrio. Essa é a palavra-chave para definirmos balanço patrimonial. Basicamente, essa é uma das principais demonstrações contábeis de uma empresa, e deve ser elaborada sempre ao fim do exercício social. Apesar da obrigação legal deste tipo de demonstração, a elaboração do balanço patrimonial não serve apenas para acertar as contas com o Fisco: antes disso, fornece informações valiosas sobre a situação econômica da sua empresa.
Nesse post, pretendemos explicar um pouco mais sobre o funcionamento dessa valiosa demonstração contábil, bem como sua importância no desenvolvimento do planejamento estratégico e na tomada de decisões. Confira logo a seguir!

Equilíbrio patrimonial: a elaboração do balanço patrimonial e a fórmula básica da contabilidade

O balanço patrimonial tem como principal finalidade demonstrar o equilíbrio das suas contas. Podemos dividi-lo em aplicações, que são os ativos da empresa (caixa, estoques, equipamentos, material de escritório, etc.), e nas origens de recursos, que são os passivos (empréstimos, fornecedores, etc.) e o patrimônio líquido (capital social, reservas, lucros ou prejuízos acumulados, etc.). Dessa forma, temos a fórmula básica da contabilidade:

Ativo = passivo + patrimônio líquido

Vale lembrar, ainda, que essas contas são organizadas de acordo com o seu grau de liquidez (ativos circulantes ou não-circulantes) e exigibilidade (passivo circulante ou não-circulante).

A conta sempre deve fechar zerada, com as aplicações (ativos) sendo equivalentes à soma de todas as origens (passivo e patrimônio líquido).

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E por que é importante descobrir esse equilíbrio?

Em primeiro lugar, o empreendedor terá a exata noção sobre a composição da sua empresa. Saberá, por exemplo, como e onde estão sendo aplicados os seus recursos. Além disso, é possível avaliar a saúde econômica do negócio ao verificar as condições do seu patrimônio líquido, usando como comparativo a situação do ativo e do passivo. Esse é o assunto que abordaremos logo em seguida.

Situação líquida: checando a saúde econômica do negócio

Provavelmente essa é uma das informações mais importantes para o empreendedor durante a elaboração do balanço patrimonial. Isso porque é na situação líquida em que são concentradas as contas referentes ao capital dos sócios, aos debêntures, aos acionistas, às reservas, aos lucros ou prejuízos acumulados, dentre outros. Basicamente, a situação ideal é quando a situação líquida é positiva, mas quando isso ocorre?

Aqui, a análise parte para os ativos e passivos. Quando o ativo do empreendimento é maior do que o passivo, temos uma situação líquida positiva. Quando iguais, a situação líquida é nula. Por fim, quando o passivo é maior que o ativo, a situação líquida é negativa, e o passivo também pode ser chamado de passivo a descoberto. Nas duas últimas situações, a sinalização é de que a empresa vai mal das pernas, precisando urgentemente se recuperar, seja pela ampliação das contas de resultados (receitas superarem despesas), seja pelo incremento de capital social, ou, simplesmente, do pagamento das exigibilidades.

Contabilidade: muito mais que tecnicismo

Por fim, é importante ressaltar que, além do balanço patrimonial, existe uma série de outras demonstrações contábeis que podem ser fundamentais para o empreendedor, principalmente no momento da elaboração do seu planejamento estratégico. A contabilidade se apresenta, hoje, como um setor estratégico para qualquer empresa, visto que pode fornecer informações extremamente relevantes para a manutenção de um quadro econômico e financeiro sustentável na empresa.

Por isso, procure agora mesmo um prestador de serviço especializado e aprimore a qualidade das suas decisões! Ficou com alguma dúvida? Deixe nos comentários!

 

 

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leandro@capitalsocial.cnt.br (Leandro Batista de Oliveira) Blog Capital Social Thu, 11 Dec 2014 00:00:00 +0000
4 dúvidas mais comuns sobre benefícios e remuneração dos funcionários http://www.capitalsocial.cnt.br/index.php/pagina-blog/item/290-duvidas-mais-comuns-sobre-beneficios-e-remuneracao http://www.capitalsocial.cnt.br/index.php/pagina-blog/item/290-duvidas-mais-comuns-sobre-beneficios-e-remuneracao 4 dúvidas mais comuns sobre benefícios e remuneração dos funcionários

Uma das estratégias mais interessantes para reter talentos nas empresas está em oferecer uma boa remuneração e certos benefícios que façam com que os funcionários se sintam mais estimados e recompensados pelo trabalho realizado. Os acréscimos que são ajustados para além do salário, então, tornam-se bem atraentes, de modo a criar mais estímulo não só para os que já trabalham na sua organização, mas também para criar o anseio nos talentos que ainda estejam de fora a procurá-la para cumprir o processo seletivo admissional.
Sobre este assunto, certas dúvidas são comuns, principalmente sobre os auxílios voltados à alimentação. Observe, aqui no post de hoje, alguns pontos mais relevantes, e crie planos de remunerações mais convenientes para sua empresa.

Qual é a diferença entre salário e remuneração?

Muitas vezes ambas as palavras são usadas como sinônimas. Todavia, dentro da esfera legal, existe diferença entre os termos, e isso será importante na hora de se pensar em benefícios.

O salário corresponde à contraprestação devida ao funcionário por conta daqueles serviços que realizou na empresa, o qual não pode ser inferior ao piso de sua categoria.
A remuneração é a soma do salário contratado e outras vantagens que os funcionários podem receber, como as horas extras, diversos tipos de adicionais (noturno, insalubridade, periculosidade), comissões e outros casos afins.

O que é o vale-alimentação?

A alimentação trata-se de uma faculdade do empregador. A grande coisa a se pensar é que, ao ser concedido tal auxílio pelo empregador, deve-se haver algum desconto percentual do valor que o trabalhador recebe com o salário contratual.

Se isso não ocorrer, o benefício passa a ter natureza salarial, e vai ser considerado para todos os efeitos legais, sendo incorporado quando houver cálculo das obrigações previdenciárias e trabalhistas. Por isso que o empregador deve descontar parte do auxílio oferecido, até o limite de 20% do salário-base do funcionário.

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Vale-alimentação e vale-refeição são a mesma coisa?

Este é um dos grandes equívocos de quem não está acostumado com tal classe de benefícios. E isso ocorre porque ambos os auxílios podem ser fornecidos sob o formato de uma cartela de tíquetes ou cartão magnético, em montantes mensais ou semanais, por exemplo.

Na verdade, o vale-alimentação proporciona a troca de seus valores por gêneros alimentícios diversos em supermercados, mercearias, armazéns e outros estabelecimentos comerciais onde a pessoa consiga adquirir o que precisa para levar para sua subsistência doméstica, servindo como se fosse quase um substituto para a cesta básica.

Já o vale-refeição é usado para pagar os pratos ou porções ingeridas pelos funcionários em restaurantes, lanchonetes, padarias e lojas afins, de forma que consigam recobrar o entusiasmo e potência física para o trabalho.

Como se faz o lançamento do vale-alimentação na contabilidade?

Consta que, na folha de pagamento a ser provida aos funcionários, devem vir listados: salário, as férias, 13º salário, INSS e impostos deduzidos dos ordenados, e outras adições e reduções, entre elas a do vale-transporte, vale-refeição e vale-alimentação (caso existam). O contador ou o profissional ligado à contabilidade de sua empresa tem liberdade para preparar seu projeto contábil, mas geralmente a aquisição de vale-alimentação e vale-refeição é lançado como uma despesa antecipada da empresa.

Agora que você já sabe como funcionam alguns aspectos sobre benefícios e salários, poderá deixar sua empresa mais atraente para os talentos no mercado. Sua empresa já possui plano de cargos atrelado a salários e aditamentos proporcionais? Compartilhe suas experiências com a gente, deixe um comentário!

 

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regina@capitalsocial.cnt.br (Regina Fernandes de Miranda Oliveira) Blog Capital Social Tue, 09 Dec 2014 00:00:00 +0000
FAQ - Optar ou não pelo Simples Nacional em 2015 http://www.capitalsocial.cnt.br/index.php/pagina-blog/item/289-faq-optar-ou-nao-pelo-simples-nacional-em-2015 http://www.capitalsocial.cnt.br/index.php/pagina-blog/item/289-faq-optar-ou-nao-pelo-simples-nacional-em-2015 FAQ - Optar ou não pelo Simples Nacional em 2015

Preparamos uma seção com as principais dúvidas e suas respostas com relação optar ou não ao Simples Nacional em 2015 após a aprovação do Super Simples. Veja abaixo:

1) Quais as principais vantagem do Simples Nacional?

É possível reduzir a carga tributária para algumas atividades, e uma redução da burocracia com a unificação de tributos e a diminuição de obrigações acessórias.

2) Quais foram as principais mudanças com a aprovação da Lei do Super Simples?

A principal mudança foi a ampliação dos empreendedores que podem optar ao Simples Nacional, atividades como fisioterapia, corretagem, advocacia e representação comercial passam a poder participar deste regime.

Além disso, foram ampliados os limites de faturamento para quem exporta serviços, limitou-se a criação de obrigações acessórias, criou regras para desburocratizar a abertura e encerramento de empresas, e revogou o dispositivo da substituição tributária.

3) Então a minha empresa vai pagar menos impostos se migrar?

Não necessariamente, atividades incluídas na nova tabela (anexo VI) possui alíquota inicial em 16,93% contra uma carga de 16,33% no Lucro Presumido, a empresa tem vantagens se possuir folha de pagamento, pois o Simples inclui a Cota Patronal do INSS, portanto quanto mais funcionários maior será a vantagem. O importante é fazer a conta para verificar se é ou não vantagem.

Exemplo de empresas que estão no anexo VI: Medicina, Corretagem de Imóveis, Veterinária, Odontologia, Psicologia, Arquitetura, Engenharia, Representação Comercial, Jornalismo.

4) Todas as novas categorias entraram no Anexo VI? Quais que possuem vantagem na migração para o Simples Nacional?

• Corretagem de Seguros e Fisioterapia estão no anexo III, com impostos que iniciam em 6% do faturamento.
• Advogados: estão no anexo IV, com impostos que iniciam em 4,5% do faturamento;

5) Quando eu posso optar pelo Simples Nacional?

O agendamento já pode ser feito pelo site da Receita Federal, ele irá até 30 de Dezembro com seus efeitos a partir de 2015.

6) Tenho algum custo para no Simples Nacional?

Não. Caso a sua empresa seja apta, é gratuito.

Possui mais alguma dúvida? Comente e participe da conversa!

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leandro@capitalsocial.cnt.br (Leandro Batista de Oliveira) Blog Capital Social Thu, 04 Dec 2014 18:02:52 +0000
Conheça o Simples Nacional e entenda o que ele mudou http://www.capitalsocial.cnt.br/index.php/pagina-blog/item/288-conheca-o-simples-nacional http://www.capitalsocial.cnt.br/index.php/pagina-blog/item/288-conheca-o-simples-nacional Conheça o Simples Nacional e entenda o que ele mudou

O tema fiscal nem sempre é de domínio de todo empreendedor. Muitos não sabem quais tributos precisam ser pagos mensalmente, e tremem só de pensar em quão burocrático isso pode ser. Mas se você tem a ajuda de um bom contador, não precisa se preocupar. Apenas atente-se ao que é necessário conhecer para saber ao menos requerer a tomada de uma decisão. Todo o resto fica por conta da contabilidade. Comecemos então pelo básico, mas necessário: o Simples Nacional.

Saiba o que é Simples Nacional

Criado para simplificar a vida do empreendedor, é um regime tributário diferenciado, que, resumidamente, facilita o recolhimento de impostos — que são baseados somente no levantamento da receita bruta mensal ao longo de um ano. Podem optar pelo Simples Nacional as microempresas com receita bruta de até 360 mil reais ao ano e as empresas de pequeno porte que possuam a mesma receita de até 3,6 milhões de reais. Por meio dele o empreendedor consegue pagar diversos tributos de maneira unificada — Contribuição para o PIS/PASEP, Imposto de Renda da Pessoa Jurídica (IRPJ), Imposto sobre os Produtos Industrializados (IPI), Imposto Sobre Serviços de Qualquer Natureza (ISS), entre outros.

Para saber se esse regime é o mais adequado para sua empresa, você pode fazer uma simulação. Com isso, você perceberá qual a melhor opção para sua organização e verá claramente os impactos positivos advindos da adesão a um sistema tributário adequado.

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O que mudou?

O Congresso, recentemente, realizou mudanças que soam oportunas para as micro e pequenas empresas, e até mesmo para aquelas que ainda não saíram da informalidade por causa das altas taxas tributárias. A nova lei prevê que, a partir de 2015, ao menos 140 atividades possam optar pelo Simples Nacional — como as da área de Odontologia, Medicina, Administração ou Locação de Imóveis, Jornalismo e Publicidade. As empresas nas áreas de Fisioterapia, Direito e corretagem de seguros já podem fazer essa opção ainda neste ano.

Outra mudança ocorrida é relativa às alíquotas diferenciadas que o Simples Nacional oferece, em 2015 foi acrescida uma nova tabela para algumas das categorias incluídas no regime, cujo impostos vão de 16,93% e 22,45%, e que o Empresário deve ter cautela para não pagar mais impostos do que atualmente. 

O papel da contabilidade nesse novo cenário

O contador poderá auxiliá-lo a descobrir qual é o melhor regime tributário para sua empresa e se ela se adequa ou não ao Simples Nacional. Por meio da análise da situação financeira e econômica de sua organização, a contabilidade será capaz de orientá-lo nessa tomada de decisão e averiguação tributária. Portanto, é imprescindível para seu negócio, tanto em relação à regularização da atividade, quanto à escolha da melhor opção de regime tributário, ter a prestação de serviços desses profissionais — por mais que você já tenha aprendido sobre os temas.

Agora que você já sabe as linhas gerais sobre o Simples Nacional, verifique com seu contador se essa é uma boa opção para seus negócios e quais os benefícios tal sistema tributário poderá lhe proporcionar.

Você tem dúvidas sobre optar ou não, envie um email para nós ou acesse o post FAQ - Optar ou não pelo Simples Nacional em 2015. Estamos a disposição para ajuda-lo caso necessite!

 

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leandro@capitalsocial.cnt.br (Leandro Batista de Oliveira) Blog Capital Social Wed, 03 Dec 2014 00:00:00 +0000
A importância da conciliação bancária para a sua empresa http://www.capitalsocial.cnt.br/index.php/pagina-blog/item/286-a-importancia-da-conciliacao-bancaria http://www.capitalsocial.cnt.br/index.php/pagina-blog/item/286-a-importancia-da-conciliacao-bancaria A importância da conciliação bancária para a sua empresa

Uma das melhores formas de evitar quaisquer surpresas nas finanças e na contabilidade da sua empresa é através da conciliação bancária. Basicamente, o processo consiste na comparação entre o saldo de uma conta bancária e todas as informações externas à contabilidade, no caso, os extratos bancários. Essa é uma maneira de garantir a exatidão de um saldo que foi apurado internamente, em determinado período.

Apesar de ser uma atividade extremamente importante dentro de qualquer organização, principalmente para os setores contábil e financeiro, muitos empreendedores ainda abrem mão da prática e, por conta disso, correm o risco de perderem o controle do real aporte de capital disponível para o desenvolvimento de suas atividades diárias ou, ainda, para o cumprimento de obrigações, como empréstimos, financiamentos bancários e parcelamentos com fornecedores.

Por esse motivo resolvemos abordar, nesse post, um passo a passo para a elaboração de uma conciliação bancária, assim como a importância desse tipo de processo na sua empresa! Confira!

Como fazer?

O processo inteiro envolve três passos básicos, que podem ser facilmente esquematizados para estabelecer um processo interno claro. O primeiro deles é o monitoramento dos fluxos de caixa, isto é, as entradas e saídas de recursos financeiros, que deve ser constante. Da mesma maneira, a classificação de todas as contas de movimentações bancárias deve ser bem ordenada. Quer um exemplo? Recebimentos de clientes em bancos; tarifas bancárias; impostos de transações bancárias, como o IOF (Imposto sobre Operações Financeiras); pagamento de salários, dentre muitos outros.

Tendo feito isso, partimos para o segundo passo: confrontar todos os dados obtidos internamente, através de controle, com os extratos bancários. É preciso conferir, ainda, se os detalhes do lançamento são compatíveis, verificando valores e datas de cada um dos registros.

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Por fim, chegamos ao terceiro passo que preza pelo princípio de que uma vez identificados quaisquer erros, a correção interna deve ser feita imediatamente, ou, se o problema for da própria instituição financeira, a solicitação da compensação dos valores cobrados indevidamente.

Qual a importância da conciliação bancária?

Como já vimos, do ponto de vista financeiro, a conciliação bancária é uma ação indispensável para que o empreendedor tenha total domínio acerca da sua situação financeira, mas os benefícios não param por aí. Do ponto de vista contábil, as informações apuradas com maior rigor e precisão garantirão relatórios contábeis mais fidedignos o que, além de contribuir para o controle patrimonial, também favorecerá e muito a elaboração de demonstrações contábeis seguras para o Fisco.

Vale lembrar, ainda, que atualmente muitas empresas fecham as portas por conta do desequilíbrio financeiro, e, principalmente, por uma má gestão interna de ferramentas básicas, como os fluxos de caixa e a própria conciliação bancária. Por isso, adote esse tipo de prática dentro dos procedimentos padrões da sua empresa, contando com o suporte de profissionais qualificados e, ainda, de tecnologias que possibilitam a automatização de processos, como os softwares de gestão financeira.

Você já criou o hábito de realizar conciliações contábeis internamente? Não perca mais tempo, assuma agora mesmo as rédeas do seu negócio! Se você ainda ficou com alguma dúvida, não deixe de comentar! Continue acessando o nosso blog e fique por dentro de mais dicas!

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regina@capitalsocial.cnt.br (Regina Fernandes de Miranda Oliveira) Blog Capital Social Mon, 01 Dec 2014 00:00:00 +0000
Utilize as informações contábeis para otimizar a estratégia do seu negócio http://www.capitalsocial.cnt.br/index.php/pagina-blog/item/285-informacoes-contabeis-para-otimizar http://www.capitalsocial.cnt.br/index.php/pagina-blog/item/285-informacoes-contabeis-para-otimizar Utilize as informações contábeis para otimizar a estratégia do seu negócio

Se você perguntar a um empresário qual o seu maior desejo, certamente ele vai dizer que é incrementar as vendas e aumentar os lucros da empresa, não é mesmo? Só que o caminho para conseguir isso nem sempre é muito claro.
Vamos mostrar que uma das ferramentas mais poderosas na gestão de uma empresa é o seu setor contábil. Confira a seguir como usar as informações da contabilidade para melhorar a administração da sua organização.

Instrumento de gestão

Ainda é muito comum que a contabilidade da empresa seja vista somente como fornecedora de informações tributárias, mas na gestão moderna isso já mudou. As informações geradas pela sua contabilidade podem ajudar a dizer se está na hora de botar o pé no freio, se é hora de pedir um empréstimo ou se é o momento certo de investir mais em novas contratações.

A contabilidade virou, definitivamente, um instrumento gerencial nas empresas e quem souber usar essas informações da melhor maneira, com certeza vai se destacar em relação à concorrência.

Investimentos futuros

Quanto tenho para investir no próximo ano? Seu setor contábil pode ajudar a chegar a uma resposta.

Um dos instrumentos que a contabilidade pode oferecer é o orçamento, isto é, uma série de previsões futuras que são feitas baseadas em dados passados. Com os dados do histórico da empresa vai ser possível determinar o montante que vai ser reservado para aplicação de recursos futuros.

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Gestão de estoque

Independente do tamanho da empresa, o controle de estoque é essencial. Não se pode comprar muito e correr o risco de descapitalização ou comprar pouco e deixar faltar produtos nas prateleiras. A contabilidade pode ajudar a controlar isso por meio de informações referentes ao inventário permanente e periódico. Fique de olho nelas para analisar como anda o seu controle de estoque.

Fluxo de caixa

O fluxo de caixa é uma informação básica da contabilidade que diz muito sobre a saúde financeira da empresa. Se é positivo, quer dizer que a empresa ganha mais do que gasta e tem capital para pensar em uma possível expansão. Por outro lado, se ele insiste em ficar no vermelho, pode ser o momento de pegar um empréstimo ou promover uma queima de estoque. De qualquer maneira, verificar o andamento do fluxo de caixa vai ajudar a decidir os próximos passos a serem tomados, principalmente nos planejamentos a curto prazo.

Planejamento tributário

A contabilidade pode ajudar a empresa a evitar impostos excessivos - mantendo-se dentro da lei, é claro. As informações tributárias são uma ótima ferramenta que a contabilidade pode deixar à disposição dos gestores. Com ela, é possível saber como anda a economia com o pagamento dos impostos e discutir a possibilidade de realocar esses recursos em novos projetos, por exemplo.

Viu como a contabilidade não pode estar dissociada da gestão da empresa? Ela pode fornecer informações importantes que vão ajudar a ganhar em competitividade e aproveitamento.

Na sua empresa vocês costumam trabalhar em conjunto com a contabilidade? Deixe um comentário e conte para a gente sua experiência.

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leandro@capitalsocial.cnt.br (Leandro Batista de Oliveira) Blog Capital Social Thu, 27 Nov 2014 00:00:00 +0000
4 razões para ter um contador na sua empresa http://www.capitalsocial.cnt.br/index.php/pagina-blog/item/283-4-razoes-para-um-contador-na-empresa http://www.capitalsocial.cnt.br/index.php/pagina-blog/item/283-4-razoes-para-um-contador-na-empresa 4 razões para ter um contador na sua empresa

Empreender significa lidar com uma série de novas responsabilidades, e a principal delas é a financeira. Além de dominar as contas e o patrimônio empresarial, o gestor precisa se certificar de que todas as demonstrações contábeis estão sendo elaboradas de forma fidedigna, já que a apresentação de contas para o Fisco é fundamental para evitar quaisquer problemas. Tudo isso se soma ao fato de que a legislação tributária é extremamente complexa, tornando o pagamento de quaisquer impostos ou taxas um verdadeiro desafio.

A sorte dos empreendedores é que eles podem contar com profissionais extremamente qualificados para lidar com todas essas questões. Atualmente, os contadores exercem funções que vão muito além das meras atividades burocráticas, servindo como verdadeiros aliados durante todo o planejamento estratégico de um negócio. Além de determinarem o melhor modelo de tributação, muitas vezes são esses os profissionais que avaliam a saúde financeira da empresa. Nesse post, você vai conferir as 4 principais razões para ter um contador na sua empresa.

Escolha do melhor modelo de tributação

Apuração pelo lucro real ou presumido? O Simples Nacional é sempre a melhor opção para o microempreendedor? A verdade é que não há uma resposta pronta para todos esses questionamentos. A escolha do modelo tributário deve ser feita caso a caso e, por isso, nada melhor do que um contador para verificar qual será o melhor cenário para a sua empresa.

Dependendo das atividades exercidas por ela, pode ser que determinado modelo apresente isenções não alcançadas para empresas que se adéquem a outro, por exemplo. Um contador poderá esclarecer toda essa situação e até reduzir bastante a sua carga tributária.

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Demonstrações contábeis fidedignas

Outro papel importante da contabilidade é a formulação de demonstrações contábeis para os órgãos de fiscalização, como a Receita Federal e a Secretaria de Fazenda Estadual, por exemplo. Qualquer informação que não seja apresentada de forma clara poderá criar problemas e, em muitos dos casos, multas e juros de mora para o empreendedor. Nada melhor do que contar com um profissional que saiba exatamente como todos os trâmites burocráticos funcionam, e como devem ser apuradas todas as bases de cálculo dos tributos.

Informações estratégicas para o planejamento

O contador pode organizar todo o balanço patrimonial do empreendimento, além de realizar as demonstrações de resultado do exercício, o que pode contribuir para que o gestor tome as suas decisões com mais precisão. Não é raro encontrarmos empresas que não tomam conhecimento de todos os custos, encargos e receitas do seu negócio, dificultando qualquer tipo de projeção.

Vale lembrar, ainda, que a avaliação de todas as necessidades internas é uma das principais etapas para a elaboração de um planejamento estratégico, e as informações sobre as finanças da empresa é uma peça fundamental desse processo.

Monitoramento de impostos a recuperar

Por fim, outro benefício fundamental da contabilidade é o fato de que ela poderá fazer o monitoramento de todos os impostos a recuperar, ou seja, impostos indiretos como o ICMS, ISS e IPI. Muitas empresas perdem bastante dinheiro ao não realizar de forma apropriada a compensação desses tributos. O contador saberá exatamente qual é o montante de recuperáveis e fará a compensação correta com o que a empresa realmente deve para o Fisco, contribuindo para o equilíbrio de todas as contas.
Você já conta com um serviço de contabilidade de confiança? Acesse agora mesmo o nosso site e conheça todas as nossas soluções na área!

Caso ainda tenha alguma dúvida, deixe um comentário!

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regina@capitalsocial.cnt.br (Regina Fernandes de Miranda Oliveira) Blog Capital Social Tue, 25 Nov 2014 00:00:00 +0000
Gestão e Práticas Administrativas: Como encantar e fidelizar meus clientes http://www.capitalsocial.cnt.br/index.php/pagina-blog/item/282-gestao-e-praticas-administrativas http://www.capitalsocial.cnt.br/index.php/pagina-blog/item/282-gestao-e-praticas-administrativas Gestão e Práticas Administrativas: Como encantar e fidelizar meus clientes

O que é mais barato: manter clientes antigos ou correr atrás de novos? Seguindo a intuição, podemos cair no erro de acreditar que prospectar pode trazer muito mais vantagens do que fidelizar. Afinal de contas, quanto mais vendas forem realizadas, melhor para os negócios, certo? Acontece que, em média, procurar clientes novos costuma sair cinco vezes mais caro do que criar alternativas para encantar e fidelizar a boa e velha freguesia.

O grande motivo? Além dos consumidores antigos fortalecerem a sua marca através do buzz marketing, o famoso boca a boca, eles costumam comprar mais frequentemente, estando também mais dispostos a experimentar quaisquer novidades que sejam oferecidas pela empresa. Fidelizar clientes é como criar bases sólidas para o crescimento de qualquer organização, e deve ser uma das prioridades do marketing.

O que observamos, por outro lado, é que existe pouca mobilização no sentido de criar condições para a manutenção de uma clientela fixa. Muito comumento, entre as principais causas para a perda clientes, estão a indiferença no atendimento e as reclamações não atendidas.

Todos esses fatores podem ser controlados internamente, certo? É por isso que resolvemos abordar, nesse post, algumas das principais alternativas para que você fidelize seus clientes!

Foco no recrutamento e treinamento de profissionais

Uma das principais causas para a perda de clientes é a falta de trato por parte da empresa, principalmente ligada aos profissionais de atendimento, seja durante as vendas ou no pós-venda. Por isso, é fundamental investir em recrutamento e treinamento, para garantir que todos esses profissionais se adequem perfeitamente ao perfil deste tipo de vaga. Lembre-se de que, atualmente, o consumidor está cada vez mais exigente, então é preciso prestar um serviço à sua altura.

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Fortalecendo os interesses financeiros

Outra estratégia bastante eficaz para fidelizar os consumidores é através de programas de fidelização, que pode funcionar através de pontos conquistados a cada compra feita. Esses programas normalmente ofertam descontos, produtos ou serviços gratuitos. Vale lembrar que, para conseguir eficácia com esse tipo de empreitada, é preciso definir normas claras para a participação, bem como estabelecer prazos de vigência dos pontos e o número máximo de benefícios que podem ser alcançados.

Redes sociais: relacionamento com clientes

Ao adentrar no universo das mídias sociais, sua empresa tem a oportunidade de ouvir os consumidores, o que pode facilitar o seu relacionamento com eles. Não se engane. Estar fora de uma rede social não significa que a sua empresa estará isenta de quaisquer críticas feitas por lá. Portanto, aproprie-se dessas ferramentas e faça bom uso delas, principalmente através da utilização de estratégias como o marketing de conteúdo e o monitoramento dessas redes.

Conheça bem cada um dos seus clientes

É claro que, se pensarmos em uma microempresa, a tarefa de identificar as peculiaridades de cada cliente é fácil. No entanto, as médias e grandes organizações já podem contar com uma série de softwares que ajudam a automatizar os processos de personalização de campanhas de marketing, permitindo um alto grau de segmentação, principalmente nas estratégias de e-mail marketing. Pode ter certeza de que um cliente lembrado é um cliente mais satisfeito.
Você já adota todas essas medidas para fidelizar seus clientes? Não perca mais tempo e conquiste agora mesmo a base para o seu crescimento!

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leandro@capitalsocial.cnt.br (Leandro Batista de Oliveira) Blog Capital Social Tue, 18 Nov 2014 00:00:00 +0000
5 dicas para buscar e reter talentos na sua empresa http://www.capitalsocial.cnt.br/index.php/pagina-blog/item/279-5-dicas-para-reter-talentos http://www.capitalsocial.cnt.br/index.php/pagina-blog/item/279-5-dicas-para-reter-talentos 5 dicas para buscar e reter talentos na sua empresa

O maior capital de uma empresa são os funcionários. Essa máxima continua mais atual do que nunca, pois não é possível seguir em frente e crescer sem estimular seus talentos - e atrair novos.

Essa tarefa pode não ser fácil, é preciso trabalhar técnicas de motivação, pensar como head hunter e promover uma cultura de valorização da competência. No final das contas o gestor se vê com a seguinte questão: “como encontrar e reter talentos?”. Vamos tentar responder com as 5 dicas a seguir:

1 - Dê atenção aos recém contratados

Um passo importante para reter talentos é construir uma cultura empresarial desde o começo. Alguns consultores indicam que os primeiros 100 dias do trabalhador na nova empresa são cruciais, pois é nesse período que ele vai decidir se veste ou não a camisa da empresa. Uma boa tática é fortalecer nessa fase a integração dele com um tutor que o ajude a entender a dinâmica local. As chances do funcionário se engajar no projeto serão maiores.

2 - Crie um ambiente de trabalho flexível

Essa é uma questão polêmica e encontra muita resistência dentro das empresas. Com o equilíbrio entre pessoal e o profissional pesando cada vez mais na vida das pessoas, todo mundo está em busca de mais qualidade de vida e isso se traduz em uma maior flexibilidade na empresa.

Cada vez mais os funcionários trocam um salário alto por uma posição que permita mais tempo para outras coisas. As empresas que já entenderam isso permitem, por exemplo, que o trabalho seja feito de casa, criam horários mais flexíveis. Algumas inclusive instalam creches dentro do local de trabalho para facilitar a vida de quem tem filhos.

3 - Valorize o bom desempenho

É verdade que simplesmente aumentar o salário do funcionário não vai fazer com que ele permaneça na empresa. É preciso combinar remuneração com motivação. A questão salarial continua, sim, tendo um peso importante na retenção de talentos, mas a dica aqui é promover bonificações baseadas no desempenho. Faça de uma forma que seja justa e tente distribuir os benefícios a um número grande de pessoas.

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4 - Ofereça a possibilidade de crescer

A estagnação no trabalho é um dos fatores que mais desmotiva os funcionários e a falta de desafios é normalmente o que os leva a buscar outro lugar. Mesmo que o cargo não ofereça possibilidade de promoção, o crescimento pode ser horizontal. O funcionário pode começar a participar de projetos novos, quem sabe até de outros setores. Faça treinamentos ou invista em cursos. Tudo isso dará a eles a sensação de que estão progredindo e não parados no tempo.

5 - Defina os salários de maneira clara

Outro fator que influencia na debandada de funcionários é quando acham que seus colegas ganham mais do que eles injustamente, pois trabalham menos ou de forma pior. Tenha uma política salarial clara que seja justa e não gere críticas. Como fazer isso? Estabeleça padrões que sirvam de argumento para justificar porque uma pessoa ganha mais do que outra. Faça uma auto-análise da sua empresa em relação à política salarial. Se não tiver uma, é hora de começar a pensar no assunto.

Se você cria uma cultura em que as pessoas são valorizadas e acreditam no que estão fazendo, a resposta será mais comprometimento e menos rotatividade. A fama da empresa também vai se espalhar, despertando o interesse de muita gente boa no mercado.

E na sua empresa? Os talentos são valorizados? Deixe aqui seus comentários!

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regina@capitalsocial.cnt.br (Regina Fernandes de Miranda Oliveira) Blog Capital Social Wed, 12 Nov 2014 00:00:00 +0000