Blog Capital Social http://www.capitalsocial.cnt.br Thu, 21 Aug 2014 04:07:47 +0000 pt-br O que muda com o Marco Regulatório do Terceiro Setor? http://www.capitalsocial.cnt.br/index.php/pagina-blog/item/261-marco-regulatorio-do-terceiro-setor http://www.capitalsocial.cnt.br/index.php/pagina-blog/item/261-marco-regulatorio-do-terceiro-setor O que muda com o Marco Regulatório do Terceiro Setor?

Terceiro Setor é o nome que se dá a todas as associações e entidades sem fins lucrativos que são organizadas pela sociedade civil, com o intuito de auxiliar o poder público em questões de cunho social, de interesse ou necessidade da sociedade.

São agregações privadas de utilidade pública que são mantidas, normalmente, por meio de doações de empresas e particulares. Só que alguns modelos de organizações que se inserem no Terceiro Setor, como as Organizações Não Governamentais , as ONGs, e as Organizações da Sociedade Civil de Interesse Público, as OSCIPs, costumam receber verbas públicas para a manutenção de seus trabalhos. E isso pode gerar diversas facilitações e fraudes, não só favorecendo certos políticos como também desviando recursos estatais que poderiam ser aplicados em diversas melhorias sociais e de infraestrutura – justamente o que o Terceiro Setor se propõe a fazer.

Em busca de segurança jurídica nessas relações, além de mais eficiência e transparência na gestão e no controle de recursos públicos, foi sancionada a Lei nº 13.019/2014. Você conhece esta legislação, que vem sendo chamada de Marco Regulatório do Terceiro Setor? Fique por dentro conferindo nosso artigo:

O que significa este Marco Regulatório?

Basicamente, a nova legislação cria novas regras para a assinatura de contratos entre o setor público e as organizações não governamentais. Seu intuito é não só aprimorar a execução de programas, projetos e atividades de interesse público feitas pelas associações e entidades sem fins lucrativos mas, sobretudo, dar transparência ampla às transferências de recursos da União e de outras esferas federativas, por meio de convênios, contratos de repasse, termos de parceria ou instrumentos congêneres, para essas organizações da sociedade civil.

Até então, esses convênios eram regulados por meio de decretos, portarias e instruções normativas, que são instrumentos jurídicos muito mais frágeis – e volúveis – para um controle das saídas de recursos públicos para as entidades privadas de utilidade pública.

Como ele influencia minha organização

A Lei nº 13.019/2014 cria, portanto, um novo regime jurídico para fomento e colaboração do Estado com as organizações da sociedade civil. Dessa forma, permite-se que as entidades que realmente são comprometidas com as causas sociais mostrem sua relevância e minimizam-se os erros, desfalques no erário e outras trapaças, cometidas pela associação delituosa entre políticos desonestos e ONGs fajutas.

Com a regulamentação, qualquer Organização Não Governamental, Organização da Sociedade Civil de Interesse Público ou outra entidade do tipo que deseje receber a colaboração estatal sob a forma de recursos passará a ter que se adequar à disciplina estabelecida em lei.

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As principais consequências dessa regulamentação

Este marco regulatório exige que existam pelo menos três anos de atuação da organização civil para que esta possa receber recursos do governo.
Determina-se ainda que tais organizações participem de processo seletivo, por meio de chamada pública, para firmar contratos com a administração pública, de forma equiparada nas três esferas (União, Estados e DF, e municípios).

Haverá instrumentos específicos para regular aquela relação de fomento ou de colaboração em especial, chamados respectivamente de Termo de Fomento e de Termo de Colaboração. Em seu conteúdo constarão as regras aplicáveis às entidades privadas sem fins lucrativos, na forma de associação ou fundação.
A mão de obra poderá agora ser assalariada normalmente, o que vai melhorar a capacidade e a qualidade das equipes, afastando a precarização dos operadores não remunerados que em geral serviam, na maioria das vezes, de forma voluntária.

Os valores dos projetos que serão implementados pelas organizações que entram na nova regulamentação, para receber verbas públicas, terão de ser publicados anualmente. O objetivo não é apenas o de apoiar o controle dos resultados e assegurar a qualidade da parceria, mas também saber se a finalidade do projeto consagrado com os recursos do governo logrou êxito, a legislação prevê a realização de uma pesquisa de satisfação com os beneficiários finais.

Isso significa que o Marco Regulatório passa a valorizar a manifestação daquelas pessoas que seriam o “público” das ações sociais, atendidas ou favorecidas com a atuação da organização da sociedade civil, capacitando-se por conta de algum curso oferecido, recebendo alguma prestação de serviço, ou de alguma outra forma. A ideia é que esse expediente, sempre que possível, seja cumprido nas parcerias com prazo superior a um ano.

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Por que o Marco Regulatório foi elaborado

Esta legislação exprime uma antiga reivindicação de várias organizações sérias, movimentos sociais e redes que, reunidas em uma plataforma política abrangente, fizeram maior pressão, especialmente desde o final da primeira década deste século XXI, por regras que obrigassem o setor a ficar mais transparente, capacitado e eficiente.

Defendeu-se a ideia de que, somente com a edição da Lei nº 13.019/2014, as organizações da sociedade civil seriam reconhecidas como peças fundamentais para cumprir a capilaridade necessária para que as políticas públicas alcançassem com resultados ótimos aqueles lugares mais remotos do Brasil.
Apesar de a proposta legislativa ter se iniciado com o PLS nº 649/2011, de autoria original do senador Aloysio Nunes (PSDB/SP), recebeu nova redação sugerida pela equipe do senador Rodrigo Rollemberg (PSB/DF), chegando ao substitutivo PL nº 7.168/2014.

O projeto teve como base o Relatório Final do Grupo de Trabalhos Interministerial, depois da realização de audiências públicas e debates com membros de universidades e especialistas no assunto. O Projeto de Lei foi aprovado no Senado em dezembro de 2013 e enviado para a Câmara dos Deputados, onde tramitava como PL nº 7.168/2014, apensado ao PL nº 3.877/2004, relatado pelo deputado Eduardo Barbosa (PSDB/MG) e pelo Deputado Décio Nery de Lima (PT/SC).

Vê-se que tantas forças reunidas acabaram por constituir um esforço suprapartidário, no sentido de regulamentar esse segmento de tamanha importância para a sociedade. Sancionada no dia 31 de julho de 2014, ela entrará em vigor após 90 dias de sua publicação oficial.

A importância da contabilidade nesse cenário

Outros requisitos, além dos três anos de operação, passarão a ser determinados para que a organização possa participar dos processos seletivos. Entre eles, a comprovação de experiência prévia na área e a capacidade técnica e operacional para desenvolver as atividades. Isso inclui a correta gestão financeira de seus recursos.

Nesse sentido, cumprir todos os procedimentos e ficar em dia com os livros contábeis será essencial, não apenas para cumprir a legislação e ter controle adequado das finanças da entidade, mas também para garantir a transparência na aplicação dos recursos e poder receber, futuramente, recursos públicos.

O Marco Regulatório está sendo considerado uma maneira hábil e muito oportuna para moralizar e profissionalizar o segmento das organizações civis sem fins lucrativos, afastando-se as irregularidades que já foram descobertas em inúmeros convênios recentes. E você, já pensou sobre suas estratégias para se adequar às novas regras do setor? Conte para a gente nos comentários. Se ainda tiver dúvidas, entre em contato, pois estamos à disposição para lhe ajudar.

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regina@capitalsocial.cnt.br (Regina Fernandes de Miranda Oliveira) Blog Capital Social Thu, 14 Aug 2014 13:51:30 +0000
Por que ter o registro no CMDCA e no CMAS? http://www.capitalsocial.cnt.br/index.php/pagina-blog/item/260-por-que-ter-o-registro-no-cmdca-e-no-cmas http://www.capitalsocial.cnt.br/index.php/pagina-blog/item/260-por-que-ter-o-registro-no-cmdca-e-no-cmas Por que ter o registro no CMDCA e no CMAS?

Muitas pessoas buscam realizar serviços de assistência social, seja por meio de uma fundação privada, ou por qualquer outro modelo de associação sem fins lucrativos. Segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), no Brasil já se somam mais de 400 mil instituições com esse perfil, fora as mantidas pelo governo, cujo principal objetivo é garantir cidadania para boa parte da população. Os benefícios, é claro, são imensuráveis.

No entanto, vale ressaltar que criar e manter este tipo de entidade requer também uma boa dose de gestão administrativa e, principalmente, contábil. O registro feito junto aos órgãos CMDCA (Conselho Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente) ou ao CMAS (Conselho Municipal de Assistência Social), por exemplo, devem ser elaborados com rigor, de modo a garantir os benefícios que garantem a subsistência da entidade. Acompanhe, a seguir, essas vantagens e esclareça como é feita a inscrição nesses órgãos. Confira:

Entenda a importância de ter esses registros

É fundamental esclarecer que o registro no CMDCA e CMAS é obrigatório caso a instituição preste atendimento ou realize programas direcionados às crianças e adolescentes, assim como na área da assistência social.

Em outras palavras, para manter uma instituição com esse perfil regularizada, é preciso fazer esses registros, além de comprovar que se trata de uma entidade sem fins lucrativos.

Obtenção de recursos

Com o registro pronto, a principal vantagem para a entidade é ter a possibilidade de acessar recursos destinados especificamente para este tipo de atividade, como o FIA (Fundos da Infância e Adolescência).

Vale lembrar, no entanto que, para isso, um projeto deve ser apresentado às entidades, respeitando um processo de seleção público. Se aprovado, os recursos são repassados para a execução desses projetos.

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Como registrar minha instituição

O primeiro passo para conseguir se registrar no CMDCA ou CMAS é comprovar que a sua instituição não possui fins lucrativos. Para isso, você deve apresentar o estatuto da entidade, o cartão CNPJ, além das certidões negativas que apresentem o balanço patrimonial e as demonstrações contábeis.

Por esse motivo, é fundamental contar com um bom suporte contábil, já que essa regularização deve ser feita constantemente. Além disso, os registros contábeis deste tipo de entidade necessitam ter um conhecimento mais especializado, já que existem exigências específicas para cada situação.

É importante destacar que os CMDCAs e o CMAS são órgãos deliberativos, previstos em lei específica, cujo principal objetivo é determinar a parcela de recursos que serão passados para as instituições da área, bem como definir novos projetos e objetivos dentro da área de assistência social.

Cada município terá exigências específicas tanto para a efetivar os registros, quanto para repassar recursos, por isso, é fundamental contar com o suporte de uma empresa especializada na área para garantir que a sua empresa mantenha-se regularizada.

Uma boa dica para ficar por dentro é ler a lei 8069/1990 (CMDCA) e a lei 8.742/1993, para ter mais informações e garantir que tudo esteja feito de acordo com a legislação.

Você possui uma associação de assistência social? Quais suas principais dificuldades? Deixe seu comentário logo abaixo e lhe ajudaremos.

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regina@capitalsocial.cnt.br (Regina Fernandes de Miranda Oliveira) Blog Capital Social Tue, 05 Aug 2014 00:00:00 +0000
Contabilidade do Terceiro Setor: o que muda com a entrada do SPED, ECD e o EFD? http://www.capitalsocial.cnt.br/index.php/pagina-blog/item/259-o-que-muda-com-o-sped-ecd-e-o-efd http://www.capitalsocial.cnt.br/index.php/pagina-blog/item/259-o-que-muda-com-o-sped-ecd-e-o-efd Contabilidade do Terceiro Setor: o que muda com a entrada do SPED, ECD e o EFD?

É inegável que o crescente uso da tecnologia, principalmente da internet, alterou a realidade de toda a sociedade. Cabe ressaltar que a partir dela ocorreram transformações significativas na forma como as empresas de todos os setores produtivos passaram a atuar para acompanhar o avanço tecnológico e otimizar suas operações cotidianas. Acompanhando tais mudanças o Governo Federal brasileiro anunciou, em 2007, a instituição do Sistema Público de Escrituração Digital, o SPED, como parte do Programa de Aceleração do Crescimento. Cabe dizer que ficar por dentro dessas mudanças é fundamental para a saúde contábil da sua empresa. Confira nosso post e fique por dentro das principais informações:

Para que serve o SPED?

O SPED foi criado com a intenção de unificar, em uma única base de dados, todas as informações operacionais, tributárias e fiscais que o contribuinte tem a obrigação de compartilhar com o fisco e com a Receita Federal do Brasil. Ou seja, é correto dizer que o SPED transforma todas as escriturações, que antes eram armazenadas e transmitidas ao fisco via papel, em arquivo digital.

SPED Fiscal: a versão digital dos livros de registro

O SPED Fiscal é a versão digital dos livros de registro (de dados de saída e entrada de produtos e apuração para recolhimento de IPI e ICMS). A novidade, além da digitalização de informações, é o Programa Validador e Assinador (PVA) que identifica campos que não estiverem devidamente preenchidos, o que facilita muito para a contabilidade. Esse caso é válido para as empresas que contribuem com o ICMS e o IPI – exceto as que estiverem dispensadas de acordo com a legislação estadual.

Conheça o que mudou com o SPED

Dentre as exigências do SPED estão praticamente todas as informações de controle da empresa, além de algumas outras que antes não eram monitoradas. Cabe dizer que as exigências sofrem variações de acordo com as leis estaduais, além do porte e do ramo de atuação da companhia. Cabe dizer que na maioria das vezes é exigido que o detalhamento das informações seja minucioso, pois qualquer erro na coleta e transmissão das informações exigidas pode ser interpretado como tentativa de sonegação de impostos e sua empresa pode sofrer autuações fiscais. Portanto, é preciso ficar de olho!

Quais são os tipos de SPED e o que muda com eles

Conheça os tipos de SPED e entenda como eles afetam as empresas:

Conheça a Escrituração Contábil Digital (ECD)

O ECD é a versão digital dos livros Diário e Razão e seus auxiliares, quando houver, e é obrigatória para empresas com tributação pelo lucro real. Cabe ressaltar que empresas que são sociedades simples, microempresas e empresas de pequeno porte estão dispensadas desta obrigação.

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Saiba mais sobre a Escrituração Fiscal Digital (EFD)

O EFD demonstra o cálculo do PIS e COFINS, como fazia anteriormente a DACON. Também serve para demonstrar o valor "Contribuição Previdenciária Sobre a Receita, alteração tributária sofrida por alguns setores que deixam de pagar a contribuição de INSS sobre o salário dos empregados e passam a pagar a contribuição previdenciária através da receita da empresa. A maior mudança ocasionada pela EFD é que agora além de empresas de Lucro Real, as empresas de Lucro Presumido também tem a obrigação de adotar a EFD.

Não se esqueça também da Nota Fiscal Eletrônica (NFe)

Vale lembrar também que a Nota Fiscal Eletrônica – a já conhecida Nota Fiscal agora em formato digital – também é uma obrigação para algumas empresas. Como cada estado tem sua própria legislação a respeito da NFe, a dica é verificar se sua empresa tem a obrigatoriedade de emiti-la junto ao responsável pela contabilidade da sua empresa.

Vale dizer que a melhor maneira de garantir que sua empresa esteja sempre em total sintonia com estas e quaisquer novas obrigações relacionadas ao fisco impostas pelo Governo Federal é confiando suas obrigações fiscais a um escritório de contabilidade que mantenha-se sempre atualizado e atue de maneira séria e competente. Mantendo-se despreocupado sobre estas questões fiscais você terá também mais tempo e clareza para lidar com outros temas que influenciem a prosperidade da sua empresa e que lhe despertem maior interesse.

Ainda tem dúvidas sobre o o SPED, o ECD e o EFD e quais suas implicações para a sua empresa ou organização? Conte para a gente nos comentários que lhe ajudaremos.

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leandro@capitalsocial.cnt.br (Leandro Batista de Oliveira) Blog Capital Social Tue, 29 Jul 2014 00:00:00 +0000
Qual a importância de avaliar uma empresa ou negócio? http://www.capitalsocial.cnt.br/index.php/pagina-blog/item/258-qual-a-importancia-de-avaliar-uma-empresa-ou-negocio http://www.capitalsocial.cnt.br/index.php/pagina-blog/item/258-qual-a-importancia-de-avaliar-uma-empresa-ou-negocio Qual a importância de avaliar uma empresa ou negócio?

Em um mercado cada vez mais concorrido, em meio a várias jogadas estratégicas de vários empresários, torna-se muito importante saber com precisão o quanto vale sua empresa. Cabe dizer que isso é fundamental não só para descobrir onde você deve investir e como expandir o seu negócio, mas também para não perder dinheiro nas fusões, aquisições ou outras mudanças na composição da companhia.

Hoje, você saberia dizer exatamente a importância de avaliar sua empresa ou negócio? Confira nosso post e descubra a resposta para essa questão:

Para que serve a avaliação

Antes de qualquer coisa, é preciso entender que uma avaliação patrimonial da empresa serve tanto como uma ferramenta gerencial como também para fornecer dados suficientes para amparar decisões estratégicas, ligadas a diversos fatores comerciais e econômicos – como, por exemplo, o momento de comprar novas máquinas e equipamentos, ou o volume de seu fluxo de caixa e ativos. Além de te oferecer todos os detalhes da empresa antes de uma operação de fusão, cisão, incorporação ou outra do tipo.

Qual a importância de avaliar uma empresa

Quando uma empresa tem o seu valor estudado e calculado, será possível chegar a melhores termos na hora de negociá-la para vender, ou mesmo para que um investidor saiba se ela corresponde a um bom negócio.

Porém, é importante avaliar uma empresa, por exemplo, também quando haverá uma sucessão de sócios ou de proprietário. Da mesma forma, quando a companhia decide entrar na bolsa de valores, ou mesmo quando deseja medir a qualidade de sua gestão, essa é uma prática essencial.

Qual o valor justo de um negócio

O valor justo de uma empresa, no entanto, não corresponde apenas ao seu conjunto de bens físicos e ativos reunidos objetivamente. É importante considerar também tudo que está ligado aos benefícios que ela poderá gerar no futuro, ou seja, baseado em muitos fatores de ordem subjetiva. Aí entram em cena, por exemplo, a aceitação da marca entre os consumidores e até mesmo as projeções, calculadas para novos produtos que entrarão em breve no mercado.

Tipos de metodologias de avaliação

São inúmeros os métodos de avaliar uma empresa.

Balanço patrimonial ou DRE

Existe a Avaliação de Empresa baseada no Balanço Patrimonial, ou mesmo na DRE, Demonstração de Resultados da Empresa, que são métodos com o foco nos valores contábeis.

Goodwill

Há também o Goodwill, que reúne o balanço patrimonial a valores intangíveis que não aparecem na contabilidade, como a localização estratégica do estabelecimento e sua carteira de clientes.

Fluxo de Caixa Descontado

Existem outros modelos, como a avaliação com base no fluxo de caixa e na criação de valor, e também o modelo FCD – Fluxo de Caixa Descontado, o método mais usado hoje em dia.

Por que o modelo FCD é o mais usado?

Entre as técnicas de medição de valor das corporações, o FCD é o método mais usado porque oferece, ao mesmo tempo, dados relevantes para o cálculo de Valor Presente (VP) e leva ainda em consideração os cenários econômicos projetados em um ambiente macroeconômico. Ou seja, esse modelo de avaliação consegue se aproximar com mais segurança do valor justo que a empresa tem, calculando seu patrimônio, seus benefícios futuros e seus riscos prováveis.

Baixe Gratuitamente uma Planilha para Avaliar o Valor da sua Empresa!

Empresários de sucesso avaliam suas empresas periodicamente

Tendo em vista que os identificadores de valor mudam constantemente, por força de diversos fatores econômicos e de mercado, o valor da empresa sofre influência de todo esse fortuito e muda constantemente.

Dessa forma, as tomadas de decisões, principalmente nos momentos críticos, são mais bem fundamentadas, com base na informação de quanto vale a empresa. Isso ajuda o empresário a agir mais rapidamente em relação a onde investir e a quais planejamentos fazer.

Agora que você sabe todas as vantagens que existem em fazer uma avaliação correta do seu negócio e a importância disso para o sucesso de seu empreendimento, você gostaria de saber quanto vale a sua empresa? Conte com a ajuda de uma consultoria especializada em contabilidade para que as contas sejam feitas sem erros! Aposte em soluções de monitoramento e gestão, além de oferecer as melhores ferramentas móveis para a melhoria contínua de seu negócio.

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leandro@capitalsocial.cnt.br (Leandro Batista de Oliveira) Blog Capital Social Wed, 23 Jul 2014 00:00:00 +0000
Atraia mais clientes com essas dicas de marketing http://www.capitalsocial.cnt.br/index.php/pagina-blog/item/257-atraia-mais-clientes-com-essas-dicas-de-marketing http://www.capitalsocial.cnt.br/index.php/pagina-blog/item/257-atraia-mais-clientes-com-essas-dicas-de-marketing Atraia mais clientes com essas dicas de marketing

Com a grande competitividade existente entre as empresas no mercado atualmente, é necessário procurar formas de destacar o seu negócio. Propagandas, promoções, eventos e qualquer forma de divulgação são ferramentas poderosas para conseguir bons resultados. Mas, antes de colocar qualquer estratégia em prática é preciso estruturar um plano de Marketing no qual as ações e os objetivos sejam muito bem definidos, assim como o valor que será investido e o resultado esperado. Confira nosso post e atraia mais clientes para o seu negócio através do marketing, com as nossas dicas:

Seja um estrategista

Construa um plano de Marketing no qual fique claro qual é o seu principal objetivo, como, por exemplo, aumentar as vendas ou fidelizar clientes. Pense de que forma esse objetivo poderá ser alcançado e também a quem você quer atingir (público-alvo). Arquitete as ações e medidas a serem tomadas e não se esqueça de posicionar devidamente sua marca, ou seja, definir a imagem que você deseja que o cliente tenha do seu negócio.
Conheça bem o mercado

Certifique-se de conhecer bem o mercado em que a sua empresa atua, os seus concorrentes e, mais ainda, os seus clientes. Ficar atento às novas oportunidades e tendências ajudará sua empresa a se destacar e garantir vantagem competitiva. Mas não faça apenas o mesmo que o seu concorrente, procure ser mais, vá além. Pense como o consumidor, questione o que te faria escolher seu serviço ou produto em detrimento de outro.
Turbine o seu negócio no ambiente virtual

Não se esqueça, também, de marcar presença online. Qualquer negócio, seja ele pequeno ou grande, que não utiliza as ferramentas oferecidas pela internet, como sites ou redes sociais, pode estar escondido de potenciais clientes e limitando sua possibilidade de crescimento. A rede é um ótimo espaço para ouvir sugestões, sanar dúvidas, criar promoções e de uma maneira geral estreitar os laços do relacionamento com seu consumidor. Por isso, aproveite tudo que ela tem a oferecer para fazer crescer os seus negócios.

Mensure Resultados

Traçado o plano de marketing, agora é hora de definir a verba a ser utilizada nas ações. O empresário, acompanhado do setor financeiro, deverá decidir o montante de acordo com os objetivos da comunicação, sejam eles para manter uma divulgação periódica ou iniciar uma nova campanha na qual será necessário um valor maior.

Para pequenas e médias empresas o recomendado é investir cerca de 2% a 5% do faturamento bruto. Em um faturamento bruto mensal de 100 mil reais, os 2% equivalem a 2 mil reais. Já uma organização que fatura 10 milhões este valor pode chegar a 200 mil reais.

É importante entender que as campanhas e ações de marketing não são um gasto, mas sim um investimento que terá seu retorno no médio ou longo prazo. Por isso, separe a verba destinada ao marketing dos custos totais da empresa e faça o teste. Comece aplicando 2% do seu faturamento e acompanhe os resultados. Você deve utilizar o ROI (Retorno sobre Investimento) para avaliar o desempenho do seu investimento.

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Você conhece o ROI?

O ROI nada mais é do que a indicação do valor ganho pelo seu negócio em relação aos custos dos esforços de marketing. Sua equação é muito simples: ROI = Lucro Líquido dividido por Investimentos. Mas caso você tenha dificuldades em determinar certos valores, saiba que a sua contabilidade está ai para isso.
O profissional contábil será capaz de mensurar o retorno do capital investido, organizar a estrutura financeira da empresa e projetar os ganhos do negócio a partir de metas. Por isso escolha um profissional de sua confiança para te auxiliar a medir seus resultados e invista no marketing de forma estratégica e eficiente.

Aproveite nossas dicas e saia na frente através do marketing. Se você tem alguma sugestão de planejamento que também deu certo no seu negócio, conte para a gente nos comentários.

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regina@capitalsocial.cnt.br (Regina Fernandes de Miranda Oliveira) Blog Capital Social Tue, 15 Jul 2014 00:00:00 +0000
Tem certeza que está tudo bem com a sua empresa? http://www.capitalsocial.cnt.br/index.php/pagina-blog/item/256-tem-certeza-que-esta-tudo-bem-com-a-sua-empresa http://www.capitalsocial.cnt.br/index.php/pagina-blog/item/256-tem-certeza-que-esta-tudo-bem-com-a-sua-empresa Tem certeza que está tudo bem com a sua empresa?

Ao tentar fechar um negócio importante, os donos de empresas podem se surpreender ao descobrirem que não estão regularizados perante o Governo.

Vale lembrar que no Brasil – onde a legislação determina que toda empresa tenha um profissional com registro no Conselho Regional de Contabilidade para representá-la – muitos empresários se distanciam dos assuntos fiscais e acabam aumentando o risco do surgimento de problemas.

Por isso, se você não quer passar por dificuldades similares, saiba, através do nosso post, o que é preciso fazer para acompanhar a regularidade fiscal da sua empresa:

Obtenha todas as informações necessárias e arrume a casa

Para começar a acompanhar de perto a regularidade da sua empresa, o primeiro passo é colocar ordem na casa.

Para isso, levante junto à sua contabilidade todos os documentos que devem ser apresentados periodicamente e seus respectivos prazos. Em seguida, faça uma planilha ou outro tipo de controle para garantir que você ou os funcionários poderão disponibilizar as informações sempre a tempo quando demandado.

Além disso, veja se as informações passadas estão sempre de acordo com a realidade. Considere sempre que, até mesmo as menores diferenças entre os números informados ao Governo e os controles internos da empresa, podem ser a causa de grandes dores de cabeça mais adiante. Portanto, tome cuidado com todas essas informações.

Confira a Certidão Negativa de Débitos da sua empresa

Uma boa forma de saber se está tudo em ordem é fazer uma consulta on-line para saber se a empresa possui algum débito com o Governo, seja federal, estadual ou municipal. Para isso, solicite ao contador a emissão da Certidão Negativa de Débitos.

Além de ajudar a conhecer melhor a situação da empresa, lembre-se que esse documento também será pedido com frequência em licitações públicas ou concorrências privadas. Por isso, é sempre bom tê-lo em mãos para poder fechar novos negócios sem problemas burocráticos.

Se a sua empresa não conseguir emitir a Certidão Negativa, consulte o contador imediatamente, para que ele te ajude a regularizar essa situação. Cabe dizer que, muitas vezes, é possível encontrar soluções como o parcelamento das dívidas em aberto.

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Conheça algumas obrigações

Para operar normalmente, as empresas precisam cumprir quase 100 obrigações! Alguns exemplos são os diversos livros fiscais (que precisam conter as operações realizadas pela empresa e serem autenticados junto aos órgãos do governo) e a manutenção de alguns cadastros, como o alvará de funcionamento.

E ainda que existam regimes tributários diferentes, todas as empresas também são obrigadas a apresentar periodicamente alguns documentos à Receita Federal, como a Declaração de Imposto Retido na Fonte e a Guia da Previdência Social.

Apesar disso, não precisa se desesperar. Se você se mantiver em dia com todas as obrigações, estiver sempre alinhado com sua contabilidade e dentro das leis que regem as operações contábeis desse país, você não terá problemas.

Fique de olho nos detalhes

Muitos empresários preferem deixar o contador por conta de todas as obrigações da empresa. Isso é uma prática muito positiva, porém, o ideal é que você ou um funcionário fique responsável pelos pagamentos, apenas recebendo as guias e os procedimentos da contabilidade.

Agindo assim, você pode acompanhar melhor a situação da empresa e evitar problemas por falta de informações – além de dar um suporte mais efetivo para o profissional contábil realizar seu trabalho de forma completa.

Mantenha-se sempre por dentro das novidades

Vale a pena ressaltar que, além de monitorar a regularidade fiscal da empresa com frequência, você deve ficar por dentro das novidades sobre o tema para evitar problemas futuros pela simples falta de informação.

A partir de 2014, por exemplo, as empresas com regime de lucro real ou presumido, arbitrado e entidades sem fins lucrativos ganharam mais uma obrigação junto à Receita: a Escrituração Fiscal Digital do Imposto de Renda das Pessoas Jurídicas.

Por isso, verifique junto à sua contabilidade se sua empresa se enquadra nessa (e em outras) demanda e não perca tempo!

Ainda tem dúvidas sobre as obrigações fiscais da sua empresa? Conte para a gente nos comentários que lhe ajudaremos. Para conferir mais dicas sobre como melhorar a gestão da sua empresa, fique por dentro do blog da Capital Social.

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leandro@capitalsocial.cnt.br (Leandro Batista de Oliveira) Blog Capital Social Thu, 10 Jul 2014 00:00:00 +0000
Contabilidade e Gestão: Entenda o que é Projeção de Fluxo de Caixa http://www.capitalsocial.cnt.br/index.php/pagina-blog/item/255-contabilidade-e-gestao-entenda-o-que-e-projecao-de-fluxo-de-caixa http://www.capitalsocial.cnt.br/index.php/pagina-blog/item/255-contabilidade-e-gestao-entenda-o-que-e-projecao-de-fluxo-de-caixa Contabilidade e Gestão: Entenda o que é Projeção de Fluxo de Caixa

Um bom gestor está sempre preocupado em ter em mãos bons resultados da sua empresa. Por isso ele se mantém atento aos possíveis problemas, em qualquer setor da sua equipe, que possam colocar em risco o funcionamento do seu negócio. Vale dizer que isso exige um planejamento contínuo, afinal de contas, num mercado tão acirrado quanto o corporativo, ninguém quer ser pego de surpresa por adversidades, não é mesmo?

Cabe ressaltar que um dos setores mais vitais dentro de uma empresa é o financeiro. Consequentemente, é o que precisa de mais proteção do gestor. Como administrador do seu negócio você bem sabe que o dinheiro e os recursos da sua empresa devem ser geridos o mais dentro da maneira planejada possível. Uma das maneiras de evitar que sua empresa fique no vermelho é a projeção de fluxo de caixa. Para você entender do que se trata e qual sua importância, confira nosso post a seguir:

O que é projeção de fluxo de caixa?

Estamos falando de uma ferramenta fundamental de planejamento financeiro em qualquer empresa. Em palavras mais simples, o fluxo de caixa é uma forma de prever, com uma determinada frequência, como ficará o saldo final da empresa nos próximos meses. Não pense que é apenas uma mera visualização de números. Lembre-se que a projeção do fluxo de caixa deve ser muito mais que um esquema de soma e subtração.

Muito mais do que apenas números

Na hora de lidar com as planilhas do fluxo de caixa é importante analisar cada atividade prevista. Uma análise individual deve ser traçada sobre a receita e as despesas dos próximos meses. Portanto, é mais do que um trabalho exclusivamente matemático, já que o tipo de gasto ou recebimento e a data de cada acontecimento financeiro é levado em conta – e comparado.

Como uma boa projeção afeta minha empresa

A projeção de caixa é um instrumento para planejar o futuro financeiro da sua empresa. Contudo, muitas companhias não aplicam esse tipo de perspectiva no gerenciamento de recursos e só se importam com o momento, o agora, que, no caso, é o fechamento de cada mês.

Acompanhe a saúde financeira do seu negócio de perto

Mesmo que, como gestor da sua empresa, você não tenha tanto contato com a administração financeira, não deixe de tomar as rédeas do futuro da sua empresa. Por isso, exija uma previsão das receitas e das dívidas, dos pagamentos e dos recebimentos. Dessa forma você não será surpreendido por saldos cada vez mais negativos.

Torne-a o “braço direito” da sua gestão

Faça com que a projeção de fluxo de caixa seja o seu braço direito na hora de tomar decisões. Ela vai te ajudar a descobrir aonde o seu negócio está indo: se é em direção a um terreno fértil ou se existe alguma uma possibilidade de seca.

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Procure ajuda para fazer uma projeção correta

Você já sabe que a projeção de fluxo de caixa te ajuda como parte de uma estratégia campeã para os seus negócios. Com ela, o gestor da empresa tem mais certeza na hora de escolher qual o próximo investimento a ser feito ou que custo que deve ser reduzido ou cortado.

Se tiver com dificuldade em elabora o seu fluxo de caixa ou perceber que a sua equipe está precisando de um melhor suporte, não pense duas vezes: procure o seu contador, as informações geradas por ela é ferramenta e subsidio para tomada de decisão e construção do fluxo de caixa de sua empresa. Essa será uma boa maneira de evitar preocupações e reduzir ao máximo qualquer risco de perda ou desperdício dos recursos da sua empresa.

Tenha em mente também que, a longo prazo, essa é uma forma de acompanhar os gastos, para que você possa investir no crescimento da sua empresa.

Você ainda tem alguma dúvida sobre os métodos de planejar a gestão financeira do seu negócio? Deixe um comentário para a gente que lhe ajudaremos.

 

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regina@capitalsocial.cnt.br (Regina Fernandes de Miranda Oliveira) Blog Capital Social Mon, 07 Jul 2014 00:00:00 +0000
Imposto de Renda: Distribuição de Lucro, Prolabore e Receita de Alugueis http://www.capitalsocial.cnt.br/index.php/pagina-blog/item/254-imposto-de-renda-distribuicao-de-lucro-prolabore-e-receita-de-alugueis http://www.capitalsocial.cnt.br/index.php/pagina-blog/item/254-imposto-de-renda-distribuicao-de-lucro-prolabore-e-receita-de-alugueis Imposto de Renda: Distribuição de Lucro, Prolabore e Receita de Alugueis

Pode acontecer de alguns empresários fazerem um pouco de confusão entre as finanças da empresa e pessoais. Isso só enfatiza o fato de que elas devem ser trabalhadas separadamente. Ainda que muitas dúvidas apareçam no momento da remuneração dos sócios, é preciso que eles conheçam mais sobre esses cálculos e os impostos que incidem sobre os valores.

Agindo assim, será possível fazer um planejamento financeiro mais eficiente, evitando surpresas desagradáveis na hora de fazer a declaração de impostos. Por isso, saiba como funciona o imposto de renda em algumas das principais formas de remuneração:

Pró-labore: a remuneração dos sócios

O pró-labore, é um valor fixo que deve ser pago todos os meses aos sócios que trabalham na empresa.

Esse rendimento é similar ao salário e, por isso, incidem sobre eles dois impostos: o INSS, que é fixado em 11%, independente do valor fixado para o pró-labore e o Imposto de Renda de Pessoa Física (IRPF).

Este último, utiliza a mesma tabela do IRPF para funcionários de empresas, com alíquotas que vão de 7,5% a 27,5%, com exceção dos valores que se enquadram como isentos.

Embora não seja obrigatório, recomendamos que os sócios que trabalhem na empresa o tenham, pois em eventual fiscalização, os dividendos podem ser entendidos como rendimentos de trabalho e terem a tributação acima. 

Distribuição de Lucro: rendimento da empresa

A distribuição de lucro é outro tipo de rendimento, que pode ser recebido por sócios que trabalham na empresa ou não. Ele deve acontecerde acordo com percentuais acordados entre os sócios.

Quando a empresa é capaz de gerar lucro, é muito importante tentar remunerar seus sócios o máximo possível por esse meio, evitando a incidência de IRPF e INSS no pró-labore.

Cabe dizer que a distribuição de lucros não tem incidência de impostos para evitar que a empresa pague novamente o imposto de renda de pessoa física, pois elas já pagam imposto de renda de pessoa jurídica sobre o que faturam.

No entanto, a distribuição de lucros não deve ocorrer quando a empresa tem algum prejuízo acumulado, lembrando que a isenção de imposto sobre a renda somente é devido até o limite do lucro presumido ou do lucro apurado por escrituração contábil regular.

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Receita de aluguéis

A receita de aluguel é similar a qualquer outra e possui uma faixa em que é isenta de IRPF. No entanto, quando somada a outras receitas, ultrapassando esse limite, deve ser tributadas normalmente. Para isso, usa-se a mesma tabela de IRPF para pessoas físicas da Receita Federal.

O pagamento do imposto sobre a receita de aluguéis depende, ainda, do contrato firmado com a pessoa que está alugando o imóvel.

Quando é pessoa jurídica, caberá à empresa que está alugando recolher o tributo na fonte, exigindo apenas que a pessoa que está recebendo o pagamento insira as informações na declaração de Imposto de Renda.

Vale lembrar que, caso seja pessoa física, a própria pessoa que cede o imóvel deve fazer o recolhimento, gerando a guia necessária para o pagamento.

Lembre-se também que, na hora de declarar o IRPF, é preciso especificar cada um desses tipos de rendimento nos campos certos, permitindo que os impostos e as restituições sejam calculados da forma correta.

E você? Quer saber mais informações para ajudar a planejar melhor as finanças? Fique por dentro do nosso blog.

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leandro@capitalsocial.cnt.br (Leandro Batista de Oliveira) Blog Capital Social Mon, 30 Jun 2014 00:00:00 +0000
7 dicas para deixar sua contabilidade mais organizada http://www.capitalsocial.cnt.br/index.php/pagina-blog/item/253-7-dicas-para-deixar-sua-contabilidade-mais-organizada http://www.capitalsocial.cnt.br/index.php/pagina-blog/item/253-7-dicas-para-deixar-sua-contabilidade-mais-organizada 7 dicas para deixar sua contabilidade mais organizada

Uma contabilidade bem estruturada é fundamental para o sucesso de uma empresa. Dessa forma, é preciso dar total atenção a esse setor. Lembre-se, por exemplo, que será através dele que você poderá mapear a situação financeira do seu negócio, através de informações que serão usadas como instrumentos de gestão e lhe darão suporte para as tomadas de decisões. Pensando nisso, confira nossa lista de dicas e deixe sua contabilidade mais organizada:

 

Separe as finanças da sua empresa das pessoais para mantê-las organizadas

Bem, uma das dicas que temos pra você é: não comenta o erro de misturar as contas pessoais com as da sua empresa – o que é uma prática bem comum, especialmente para os empreendedores de primeira viagem ou de negócios menores. Saiba que isso é muito arriscado e mesmo que a comodidade de manter tudo em uma mesma planilha seja tentadora, não caia nessa cilada!

Dentre as justificativas para você não fazer isso está a falta de informações consistentes, consequencia dessa prática. Isso porque chegará um momento em que você não saberá mais o que são as despesas da sua casa e o que está relacionado ao seu negócio e, assim, também não saberá qual é a situação da sua empresa.

Portanto, por mais que você seja organizado, procure se policiar ainda mais sobre esse item e separe tudo. Vale ressaltar que você deve evitar também o uso dos mesmos cartões de crédito e cheques para as despesas de casa e da empresa. Lembre-se que os problemas podem ir além de uma confusão nas contas, pois você pode acabar tendo problemas com a legislação então, tome cuidado!

Analise a contabilidade periodicamente

Essa dica é simples e funciona muito bem. Vale ressaltar que avaliar as contas periodicamente lhe ajudará na visualização e no controle das informações, que não ficarão acumuladas. Porém, fique atento a situações como essa, pois, se você definir que esse controle será feito mensalmente você precisa considerar que existem bancos que não fornecem seus extratos em uma base mensal. Por isso, se esse for o seu caso, peça a alteração desse serviço para que a sua contabilidade tenha acesso aos dados mensais.

Conte com a ajuda de uma contabilidade profissional 

A contratação dos serviços de uma empresa especializada, de uma consultoria ou mesmo de um profissional de contabilidade fará com que você dê a esse assunto a atenção que ele merece. Vale dizer que com diversas tarefas diárias, você ficará mais seguro demandando esse controle para alguém com experiência no assunto.

Por isso, procure por empresas já reconhecidas no mercado e indicadas por outros empresários. Além disso, cheque também se o escritório está associado a órgãos como o Sindicato das Empresas Contábeis (Sescon) e o Conselho Regional de Contabilidade (CRC) – o que garante sua credibilidade.

Não tente fazer a contabilidade da sua empresa por conta própria, não pense apenas na economia, pois, nesse caso “o barato vai sair caro” no fim das contas.

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Forneça todas as informações necessárias ao seu contabilista

Imagine um cozinheiro sem os ingredientes necessários para fazer um prato. É assim que o seu contabilista ficará se ele não tiver acesso às informações das quais precisa para organizar a contabilidade da sua empresa. Portanto, mantenha os registros em dia – o profissional poderá lhe orientar em relação a isso – e assim você poderá oferecer dados completos. Dessa forma, o contador poderá fazer uma análise mais precisa da situação da sua empresa.

Não deixe para amanhã

Essa frase funciona para quase tudo na vida e para a contabilidade da sua empresa não é diferente. Portanto, se você precisa atualizar algum registro, faça-o hoje. Não deixe que seus lançamentos se acumulem, pois a chance de você se perder em meio aos números e se deparar com informações erradas é muito maior dessa forma. Vale ressaltar também que, se as suas finanças empresariais mudarem de um dia para o outro, você precisará manter seu contador informado sobre isso, para que ele possa cuidar da rotina dos seus negócios.

Com quem ficam os documentos

O primeiro passo foi dado e você já contratou uma empresa para cuidar da sua contabilidade. E agora, quem deve ficar com os documentos da empresa? Bem, todos esses registros – de firma, contratos sociais, notas fiscais, guias de recolhimento, extratos bancários, talonários de vendas, despesas gerais, registro de ponto dos funcionários, etc. - devem ser lançados, mas precisam retornar para a sua empresa, logo após a utilização deles pela contabilidade. Portanto, os documentos ficam na empresa, são apenas utilizados pela contabilidade para a execução dos serviços.

Fique sempre por dentro da sua contabilidade

Descuidar-se depois de contratar uma empresa para tomar conta da contabilidade é um grande erro cometido por alguns empreendedores. Vale ressaltar que você deve ser a pessoa mais bem informada a respeito do seu negócio. Portanto, procure acompanhar os tributos, os encargos, assim como o recolhimento de valores e não deixe tudo na mão do contador.

Cabe dizer que ficar por dentro significa acompanhar de perto as certidões negativas e analisar as informações que foram apresentados ao fisco através das declarações acessórias exemplo: RAIS, CAGED, GFIP SEFIP, DCTF, DIPJ, DASN, entre outras. Portanto, tente encontrar-se com os profissionais que fazem a contabilidade da sua empresa pelo menos duas vezes por ano, para que você fique a par dos serviços prestados, acompanhando como andam as finanças do seu negócio.

Esses são cuidados muito importantes para manter a contabilidade da sua empresa em dia.

Continue acompanhando nosso blog para mais dicas sobre diversos assuntos do mundo corporativo. Se tiver alguma dúvida ou sugestão, conte para a gente nos comentários que lhe atenderemos ou envie e-mail para contato@capitalsocial.cnt.br.

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regina@capitalsocial.cnt.br (Regina Fernandes de Miranda Oliveira) Blog Capital Social Tue, 24 Jun 2014 00:00:00 +0000
Quais são os tipos de metodologias para avaliação de empresas? http://www.capitalsocial.cnt.br/index.php/pagina-blog/item/252-quais-sao-os-tipos-de-metodologias-para-avaliacao-de-empresas http://www.capitalsocial.cnt.br/index.php/pagina-blog/item/252-quais-sao-os-tipos-de-metodologias-para-avaliacao-de-empresas Quais são os tipos de metodologias para avaliação de empresas?

Não é incomum vermos notícias de empresas vendidas ou adquiridas por preços que não correspondiam aos seus valores legítimos. Muitas vezes, as organizações são comercializadas por um valor mais alto, em outras, muito abaixo do que poderia ser alcançado.

É claro que nem sempre os trâmites do processo de compra e venda de empresas são transparentes. Porém, cabe dizer que muitos erros são cometidos porque não é dada a devida atenção à etapa de avaliação da empresa.

Vale ressaltar que a definição de quanto vale uma empresa é um trabalho de extrema complexidade, que demanda coerência e rigor conceitual, seguindo algumas diretrizes específicas para o cálculo. Cabe dizer que isso depende também de variáveis subjetivas, como, por exemplo, a aceitação da marca no mercado, entre outros fatores. Você sabe quais são os modelos de avaliação de empresas mais utilizadas? Confira em nosso post:

Balanço patrimonial

O que é relevante aqui é a estimativa dos ativos da companhia. Ou seja, nessa metodologia o valor da empresa acaba quase que exclusivamente restrito a seu balanço patrimonial, sem considerar eventuais progressos no futuro da companhia ou fatores subjetivos diversos, como a dinâmica da marca no mercado ou problemas internos que não aparecem nas demonstrações contábeis da empresa. O modelo do valor contábil, o valor de liquidação e o valor substancial são algumas das técnicas aplicáveis à metodologia de avaliação.

Demonstração de resultado

Nessa metodologia, o que se busca é definir o valor da empresa com apoio na demonstração do resultado do exercício (DRE), com o foco total em seu respectivo volume de lucros, comercializações ou preços de ações.

Goodwill para mensurar o valor de aspectos intangíveis

Os ativos intangíveis de uma empresa que não vêm marcados em seus cálculos contábeis voltam a entrar em cena com esse modelo de avaliação. Desse modo, o goodwill adiciona valor aos aspectos patrimoniais tangíveis, como os ativos e os lucros.

Vale ressaltar que esse método considera também o capital intelectual da empresa, a carteira de clientes, a posição no mercado, suas marcas e patentes, além de muitos outros aspectos que poderão influenciar na competitividade da empresa no mercado.

O grande problema aqui é a precisão do modelo, que poderá utilizar parâmetros de medição controvertidos, gerando algumas “previsões” equivocadas.

Fluxo de caixa para previsões de riscos

O valor de mercado de uma empresa poderá ser medido ainda através da estimativa dos fluxos de caixa, de maneira a calcular a probabilidade de uma previsão de caixa, subtraída dos riscos prováveis pelos quais poderá passar a empresa.

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Economic Value Added (EVA): calcule a rentabilidade da sua empresa

O EVA é um modelo de avaliação de empresas baseado na criação de valor em determinado período, que busca o cálculo da rentabilidade real de um capital aplicado.

Cabe dizer que existem diversas fórmulas que permitem tal mensuração e o método é o mais usual nas empresas de capital aberto. Isso porque ele fornece informações claras aos acionistas e aos investidores interessados. Porém, não é o ideal como referência nas empresas que trabalham com bens imateriais e com capital intelectual.

A correta avaliação do valor de uma empresa é fundamental para as ocasiões de negociações diversas no mercado, mas também é relevante para a tomada de decisões estratégicas dentro dos setores administrativos da organização. Contudo, vale dizer que nenhum método pode contar exclusivamente com elementos objetivos, já que existem fatores subjetivos a serem levados em consideração, não será possível chegar-se a um valor concreto e final para a empresa.

Porém, será viável fazer uma estimativa bastante aproximada, e para isso as demostrações contábeis são excelentes ferramentas. Além disso, o responsável pela avaliação deverá decidir pelo método mais adequado à companhia, conforme as peculiaridades de seu negócio e atividade, a fim de não chegar a valores distorcidos. A dica é: conte com a ajuda de um especialista em contabilidade para não ter erro!

Você está interessado em avaliar sua empresa? Se você ainda tem dúvidas sobre este processo, conte para a gente nos comentários que lhe ajudaremos.

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leandro@capitalsocial.cnt.br (Leandro Batista de Oliveira) Blog Capital Social Wed, 18 Jun 2014 00:00:00 +0000